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Grey’s anatomy 7×05 Almost grown

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22 de outubro de 2010

Receituário, TV

Este episódio foi escrito por Brian Tanen, novato na série (uma pesquisa no IMDb mostra que ele era um dos roteiristas de “Ugly Betty”). E por mais que o trabalho do cara seja competente, a falta de familiaridade dele com o ‘espírito’ de “Grey’s anatomy” ficou bem clara. Almost grown não foi nem um gerador excepcional de gargalhadas, nem um destaque arranca-lágrimas. E o episódio ideal de “Grey’s” é uma mistura dos dois.

Some ainda a direção de Chandra Wilson que, não tenha dúvidas, é sensacional como a Dra. Bailey, mas peca no ritmo quando dirige. Give peace a chance, que ela comandou na temporada passada, tinha o mesmo problema: os atores estavam impecáveis, mas o episódio se arrastava, não parecia “Grey’s”.

Em Almost grown, os supervisores devem literalmente responder à pergunta de 1 milhão de dólares para que seu departamento ganhe um bônus, enquanto os residentes são promovidos por um dia para substituir seus professores. O melhor momento disparado foi assistir a Meredith e Alex, maduros e seguros em suas cirurgias-solo. É o tipo de sequência em que você realmente se sente amigo desses personagens, pensando “meu Deus, eles estão tão crescidos. Eu lembro do quanto eles suaram para chegar ali”.

O orgulho do olhar de Derek para Meredith terminando sua cirurgia é o mesmo de todos os fãs da série. Ao contrário do bonitão Jackson Avery que, foi mal garotas, não convence como médico. Yang, por sua vez, continua paralisada pelo Stress pós-traumático, na história mais verossímil – e mais dolorida de assistir – da história de “Grey’s anatomy”.

Já as cenas dos supervisores tentando ganhar o bônus do Chefe Webber abusaram da imbecilidade. Foram exemplos daquele momento em que o seriado perde a mão e faz seus personagens parecerem estúpidos demais para serem cirurgiões. Hunt ganhou com o discurso “Nunca mais em Tara, um médico sangrará até a morte em nossas mãos”. E mereceu, já que os outros mal ofereceram competição.

Mas a sempre sábia Dra. Bailey solta no final do episódio que ela e Webber “sabem que esse 1 milhão não existe”. Ao que o Chefe, diz que as coisas serão um pouco diferentes no hospital nos próximos meses. O que ele quer dizer com isso? Mistério. Na semana que vem, uma equipe de documentário invade o Seattle Grace revivendo o tiroteio da última season finale.

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5 Comments For This Post

  1. Silvio Says:

    com relação a trilha sonora deste episódio, onde posso conseguir os créditos das musicas? tem “uma” lá que quero muito…

    abraço!

  2. WattsLea Says:

    I think that to get the credit loans from banks you should have a good motivation. Nevertheless, once I’ve received a college loan, just because I was willing to buy a car.

  3. Daniel Oliveira Says:

    Ei Sílvio, sempre busco links das músicas nessa comunidade aqui: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=2375692&tid=5350181906691080202&na=2&nst=190

    Eles quase nunca falham. Abraço.

  4. Vinícius Lacerda Says:

    Achei o episódio fraco quando comparado com os que vem sendo apresentados nesta temproada. A competição dos médicos foi quase imbecil ao meu ver e, acredtio, que o pós-trauma de Cristina já começa a dar sinais que está se arrastando demais. Não acha?

  5. Daniel Says:

    Também não foi meu favorito, Vinícius. Agora, quanto ao SPT ta Cristina, é o que eu escrevi no texto: é muito verossímil, ainda que difícil (e doloroso) de assistir. Não gosto de ver a personagem daquele jeito, mas ninguém que passasse pelo que ela passou se recuperaria fácil ou rápido. E a Sandra Oh tá fazendo a parte dela muito bem, até a expressão corporal da personagem ela mudou. Agora, realmente… é difícil de ver. Resta dar um voto de confiança aos roteiristas e acreditar que todo esse calvário vai ter valido a pena quando eles concluírem a storyline. Abs.

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