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Grey’s anatomy 7×12 Start me up

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17 de janeiro de 2011

Receituário, TV

Depois de um episódio dramático e cheio de fortes emoções, Start me up trouxe uma hora mais leve, de muitos risos e a abertura de novas storylines para os personagens. Parece que enfim o stress pós-traumático do tiroteio ficou pra trás e é hora de começar a segunda metade da temporada.

Para isso, uma nova corrida para Residente Chefe foi iniciada, assim como uma série de novos problemas interpessoais sexuais. Como primeira prova, o Chefe Webber convidou alunos do 1º ano de Medicina para serem guiados por um dia pelos residentes. Idiotas, eles não sacaram que os próprios pupilos escreveriam as avaliações e trataram os coitados feito cachorros fedidos.

Operando e flertando.
Operando e flertando.

Verdade seja dita, ninguém pode culpá-los: enquanto um dos visitantes desmaiou ao ver um tórax aberto, outra ficava mandando mensagens pro namorado em plena Sala de Operações. Yang, de volta e em plena forma com sarcasmo velocidade 5 (como é bom dizer isso), foi considerada sem coração pelo seu aluno. Meredith, mijando em palitos a cada 15 minutos para ver se estava grávida, tinha “uma vida pessoal muito agitada” segundo a sua. Avery foi péssimo como de costume. O único a marcar pontos foi Alex que, além de ganhar uma boa avaliação de sua convidada gatinha, ainda se deu bem no after hours. Quando ele prometeu mostrar uma vesícula criada com medicina regenerativa no laboratório para ela mais tarde, já sabíamos do que isso era código em “Grey’s anatomy”.

Enquanto os residentes lutavam para provar para o Chefe que já são crescidinhos, os supervisores pagavam o preço da própria imaturidade. Bailey foi constrangida de todas as maneiras possíveis pelo enfermeiro sem vergonha do episódio de natal. Totalmente inadequado, ele ficava cantando Miranda na frente do chefe e escrevendo bilhetes safadeenhos nos prontuários de pacientes. Sério: a gente acha uma graça as expressões de Bailey sendo cortejada, mas preferimos os músculos de Chandra Wilson exercitados em storylines mais sérias. Bailey não é o tipo de mulher que faz sexo casual, como um dos discursos mais descabidos já proferidos pela Nazi quis deixar transparecer.

Já Teddy descobriu (tcharan) que casar com um paciente para que ele tenha plano de saúde não é tão simples quanto parece. Além de levar seguidos pitos do Chefe, ela teve que lidar com uma séria decisão quando uma parte do pâncreas de seu “marido” teve que ser sacrificado devido ao crescimento do tumor – o que significava diabetes pelo resto da vida. A cena em que ele explicou para a cirurgiã que ela era a única amiga dele em Seattle foi realmente tocante (Scott Foley não é nada, se não um ator carismático) e só deixou mais claro que estamos lidando com um novo Denny Duquette.

E agora, José? A três é sempre mais divertido.
E agora, José? A três é sempre mais divertido.

Por fim, os roteiristas passaram o episódio listando os defeitos de Arizona, que justificariam a recusa de Callie em perdoá-la. O recurso um tanto metalingüístico (a personagem realmente sempre foi perfeitinha demais) foi divertido, apesar de os casos médicos das duas terem sido bem fraquinhos. A garota de Robbins, que queria novas bochechas para jogar vôlei, proferiu alguns discursos vergonhosamente inverossímeis. E o casal gay de Callie foi panfletário e clichê demais.

Clique pra ver o resto (contém spoilers) »

Mesmo assim, eles levaram as duas à grande cena final em que descobrimos que, se Meredith está tendo dificuldades em engravidar, Callie não sofre do mesmo problema. Quando Arizona veio com seu discurso todo pronto sobre amar é nunca ter que pedir a importância de perdoar, Torres apresentou o melhor timing de todos os tempos e soltou um “pois é, por falar nisso, eu estou grávida de um filho do Mark”.

Ouch. Considere-nos curiosos para saber onde isso vai dar, inclusive entre Lexie e Mark, que tem um talento impressionante para arrumar um filho toda vez que o romance entre eles começa a engrenar.

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