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Grey’s anatomy 7×14 P.Y.T. (Pretty Young Thing)

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12 de fevereiro de 2011

Receituário, TV

A cara que você faz quando seu pai começa a beijar uma vadia tatuada de 20 anos.
A cara que você faz quando seu pai começa a beijar uma vadia tatuada de 20 anos.

Episódio leve, com uma trama nada especial, mas bem escrito. E em homenagem aos ótimos diálogos de P.Y.T. (Pretty Young Thing), nós listamos aí embaixo as melhores tiradas da noite.

“Caminhão. Cabana. Colher.”
As três palavras que os pacientes do Estudo Clínico sobre Alzheimer deviam memorizar e repetir horas depois para Meredith, até ‘colher’ deixar de ter qualquer sentido para ela.

“Você devia ver. É um filme muito engraçado.”
Yang, sobre “A escolha de Sofia”, o longa – e não a decisão de Meredith, entre um estudo clínico sobre diabetes (que afeta 240 milhões de pessoas no mundo todo) e outro sobre Alzheimer (a sétima maior causa de morte em pacientes). Valeu, Lexiepedia.

“Claro. Ele está rejeitando porque o fígado é meu.”
Meredith, sobre a possibilidade de rejeição do transplante da temporada passada pelo corpo de Thatcher, seu pai.

“Acho que eu sou sortuda assim.”
Lucy, a obstetra, respondendo à cantada pedreira de Alex, que “conhece todas as enfermeiras do andar”, menos ela.

“Ouvi dizer que tem um nabo com um remendo de repolho.”
É como Karev se refere ao bebê que nasceu com morte cerebral. Sim, bad Alex estava atacado no episódio.

“Dra. Bailey, esta é Danielle, a namorada do meu pai que eu acabei de conhecer. Agora.”
Lexie para Miranda, cuja expressão de “por que eu trabalho em um hospital em que essas coisas embaraçosas para as quais eu não dou a mínima sempre acontecem?” ao final da cena é a melhor do episódio.

“Pobres olhos verdes… não vamos fingir que ser bonito é um fardo.”
Mark para Avery, em momento ‘comentário metalinguístico’ sobre a beleza excessiva de todos os médicos daquele hospital.

“Eu preciso que você fale diferente.”
Callie, em crise de abstinência de cafeína durante o episódio, para Kepner que responde “tipo com um sotaque?”.

“Para alguém com histórico de ambivalência com relação à maternidade, você tem a manha da chantagem emocional.”
Teddy para Arizona, impedindo Callie de tomar café.

“Por que? Ele quer mais órgãos?”
Meredith para Lexie, que quer que a irmã vá conversar com o pai.

“Hora do bebê do coração cansado.”
É como Cristina chama o transplante de coração em um bebê recém-nascido.

Alguém não estava muito feliz neste episódio.
Alguém não estava muito feliz neste episódio.

“Você não é família, você é a crise de meia-idade dele!”
Lexie para a “vadia tatuada de 20 anos” que está namorando seu pai.

“- Isso totalmente me alegrou.
– Bem, a arte tem esse efeito.”

Callie e Owen, após torturarem o idiota que queria aparecer na Internet (pela arte) e fazê-lo chorar feito uma moça para a câmera.

“Lexie, eu te amo. Mas você precisa crescer!”
Meredith e uma frase que podia ser dita a todos os personagens da série.

“Acho que você subestimou o sorriso de Avery, ahn?”
Avery, passando a perna em Mark, partindo pra cima de Lexie e transformando o quadrado Arizona-Callie-Mark-Lexie em um pentágono amoroso.

“É uma prostituta aí no seu braço?”
Lexie, sobre a tatuagem que sua nova madrasta fez quando estava bêbada.

“Aquele cara se jogou na frente de uma granada pra proteger seis soldados. Ele não se atirou em um muro para a Internet rir dele.”
Owen e a lição de moral para os idiotas e seus #fails no Youtube.

“- Ei, você quer tomar um…
– Não.

Alex e Lucy, que vão se pegar em menos de três episódios. Certeza.

“Então… alguém quer discutir com o voto extra-especial da minha vagina?”
Sim, Callie disse isso. E fazia sentido. Pelo direito de tomar café, grávida.

“As crianças só vão chegar em casa daqui a 20 minutos.”
Derek, sobre seus roommates, convidando Meredith para uma rapidinha.

Na semana que vem, “Grey’s anatomy” goes “24 horas”.

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