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Semiótica de cartazes, Edição Classe A

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19 de julho de 2011

Plantão

Voltando com nossa série “Semiótica básica para cartazes” (que seus professores na faculdade reprovariam chocados e ofendidos), desta vez com três filmes que estamos beliscando azulejo pra ver.

Na primeira imagem, Michael Shannon e Jessica Chastain posam de família-quase-feliz num campo verde com céu azul… que, tcharan, é invadido por uma revoada de pássaros negros de aparência nada amistosa. Pelo que sabemos, “Take shelter” não é uma refilmagem d’Os pássaros” de Hitchcock, então acreditamos que a passarada é uma metáfora para alguma outra coisa. Que também não deve ser nada legal.

Já o cartaz de “O espião que sabia demais” é classudo, sóbrio-sem-ser-básico e objetivo-sem-ser-medíocre.  A imagem diz tudo que os produtores queriam transmitir: “somos um filme sério, elegante, adulto, de classe, que quer ganhar um monte de Oscar. Preparem-se”. Considere-nos preparados.

Por último, “Tyrannosaur” é um indie-indie de verdade que se deu bem no último Festival de Sundance. Não, o filme não é sobre dinossauros e foi dirigido pelo ator Paddy Considine (de “O ultimato Bourne” e “Terra dos sonhos”). Na trama, Joseph é um homem violento que tem sua chance de redenção quando conhece Hannah, mas os segredos que ela carrega acabam provocando “uma grande confusão”, como diria o locutor da Grobo. Na belíssima imagem, toda em tons de marrom acinzentado, um homem sozinho entre árvores secas parece descobrir um novo sentido para “esqueleto dentro do armárioe deixa bem claro que esse não é um shiny happy movie.

“O espião que sabia demais” deve chegar por aqui em 20 de janeiro do ano que vem. “Take shelter” e “Tyrannosaur” ainda não têm previsão de estreia no Brasil.

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