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Pilulista 2014 – Os Melhores Álbuns

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4 de janeiro de 2015

Música, Receituário

E chegamos, aos trancos e barrancos, a 2015. O ano que passou deixou gostos amargos aqui e ali, embates eleitorais, chocolates futebolísticos, grandes perdas, mas também bons lançamentos. E como não somos de ficar chorando pitangas, vamos aos melhores lançamentos musicais do ano, segundo os membros dessa querida família Pílula Pop. Não deixe também de ver as listas voto a voto.

10 – Pato Fu – Não Pare Pra Pensar
Após sete anos de experimentações (como Música de Brinquedo), e alguns projetos paralelos (discos solo e parcerias de Fernanda Takai), a banda mineira retoma seu caminho com um disco de rock dançante, com o baterista Glauco Mendes (do Tianastácia) no lugar de Xande Tamietti.

9 – Leonard Cohen – Popular Problems
O canadense de voz grave e profunda completa 80 anos, mas quem ganha o presente…
Fique com Almost Like The Blues, faixa de download gratuito, lançada para promover o disco:

8 – Criolo – Convoque Seu Buda
Inteiramente disponível para download gratuito, o terceiro álbum do rapper ocupa o oitavo lugar na lista, com ainda mais críticas sociais e políticas do que seu renomado antecessor.

7 – Lykke Li – I Never Learn
Como promete o título (Eu nunca aprendo, em inglês), as nove faixas do álbum de Lykke Li compõem um álbum rápido, mas nada indolor. São canções sobre desilusão amorosa, promessas de nunca voltar a amar (que pelo título sabemos que não funciona), melancolia da solidão e carência. Consuma com cautela.

6 – Damon Albarn – Everyday Robots
Considerando o número de produções paralelas à banda que o tornou famoso, até que demorou para o vocalista do Blur lançar seu disco próprio. O resultado é um melancólica introspecção sobre a mecanicidade e apatia no mundo moderno. Aperte o play.

5 – Beck – Morning Phase
Se o álbum de Lykke Li trata do sofrimento, o de Beck oferece a manhã seguinte. Está tudo de cabeça pra baixo, mas a vida continua. “Vou esperar, dar uma volta, resolver as coisas, deixar queimar. Esvaziar as gavetas” diz o cantor em “Say Goodbye”.

4 – Banda do Mar – Banda do Mar
Embora a formação possa enganar, a Banda do Mar não é o Little Joy de Marcelo Camelo. A fusão entre os estilos de Mallu Magalhães e do ex-integrante do Los Hermanos tornam este álbum mais pop e dançante do que o projeto de Amarante e o flerte com a surf music garantem o lugar da banda nas playlists desse verão.

3 – Taylor Swift – 1989
Taylor Swift há algum tempo já não é a mesma mocinha tímida que teve seu momento roubado por Kanye West ao receber seu prêmio. Disso já sabíamos, mas após iniciar um distanciamento do estilo country de início de carreira, ela se reinventa novamente com nessa homenagem ao pop grudento da década de 80 e leva o terceiro lugar da nossa lista.

2 – Lily Allen – Sheezus
Lançado com o controverso clipe Hard Out Here, considerado por muitos racista, Lily Allen ainda consegue criar canções pop cheias de ironia e veneno que funcionam, grudam e fazem dançar.

1 – St. Vincent – St. Vincent
O versátil quarto álbum de Annie Clark muda faixa a faixa, mostrando sua habilidade em distorcer elementos do pop em algo próprio, hipnótico e diferente do que existe por aí, embora sempre tenhamos o impulso de tentar comparar. O estranho, o sintético e o melódico convivem em harmonia neste álbum, que ocupa o primeiro lugar na nossa lista.

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