 |
|
(...) Um blockbuster disfarçado de algo bem mais complexo. E algo bem mais complexo disfarçado de blockbuster (...)
|
|
(...) “Salt” é beeem absurdo. Como uma temporada inteira e condensada de “24 horas”. Testa os limites do ponteiro do absurdômetro a cada curva (...)
|
|
A história de “Tudo pode dar certo” me faz pensar em Woody Allen. Boris é um misantropo que adora reclamar das pessoas, costumes, e dono de um mau humor grosseiro e, por isso mesmo, engraçado (...)
|
|
Que tal voltarmos a fazer filmes como no cinema mudo: atuações exageradas, visual ultra-estilizado, diálogos teatrais e narrativa ainda não muito bem resolvida? (...)
|
|
(...) O filme repete a receita de “Auto da Compadecida” e “Lisbela e o prisioneiro”. O caráter televisivo, assim como os atores conhecidos da Globo, bate o cartão (...)
|
|
(...) É uma espécie de Survivor: Planeta alienígena, em que os participantes passam por várias provas/armadilhas criadas pelos personagens-título e vão caindo um a um até o prêmio final – leia-se sobrevivência (...)
|
|
Imagine “Psicose” feito por Tarantino. No lugar da faca e do chuveiro, um carro e uma rodovia. O resultado? Uma empolgada salva de palmas no Festival do Rio, de fãs que caíram, com vontade, naquela de “é só um filme B”.
|
|
(...) o verdadeiro problema do filme é Tom Cruise e Cameron Diaz repetindo papéis nos quais ninguém mais consegue levá-los a sério (...)
|
|
(...) a oportunidade de abandonar de vez a vida sem graça dos contos de Grimm, e defender seu trono usando a mesma irreverência com que ganhou a primeira batalha, foi desperdiçada (...)
|
|
(...) David Slade é um bom diretor e faz o que pode, mas a verdade é que tudo se resume a quem vai comer o ganso: o lobo ou o morcego (...)
|
 |