 |
|
Se por um lado eles se aproximam dos grupos de "dance music inteligente", que fazem eletrônica dançante sem apelar para truques manjados, continuam a agradar aos adeptos da corrente que levou o indie-rock às pistas.
|
|
(...) Se é pelo outro que tenho uma dimensão do que eu sou e do que é o real, a ausência de companhia pode fazer da imaginação a pura realidade (...)
|
|
(...) Lima Jr. fez um trabalho carregado de afetividade, a ponto de algumas cenas fazerem referência não só a momentos importantes da história da música brasileira, mas de sua história pessoal (...)
|
|
Quando todo mundo acha que suas baladas grandiosas são coisa do passado, aparece o vocalista Richard Ashcroft com sua cara de caveira levantada da tumba.
|
|
(...) As melhores cenas vão para Portman. E, diga-se a verdade, ela aproveita melhor suas falas que Johansson, que parece à espera de Woody Allen lhe dizer o que fazer com sua personagem passiva e um tanto insossa (...)
|
|
(...) Ele é recrutado por um grupo de fodões no assunto para se tornar fodão e vingar a morte do pai por um cara muito mais fodão. Tipo o Harry Potter, só que ele usa revólveres, mata pessoas e o Dumbledore dele (...)
|
|
(...) Quem não encara bem piadas incluindo pênis e desejo sexual por qualquer objeto movente pode atravessar a rua ao ver esse filme em cartaz (...)
|
|
(...) Ou, se você preferir, “Clone wars” é simplesmente mais uma forma de George Lucas lucrar com o império que criou. E mais um passo rumo ao buraco negro do achincalhamento crítico em que ele aparentemente quer jogá-lo. (...)
|
|
Olha, nossa relação está muito sem sal, antes era divertido e agora é só... burocrático. Vamos conversar?
Vamos, mas eu ainda não terminei.
|
|
(...) Seria desonesto começar este texto sem admitir que eu saí de casa, num sábado à tarde, para assistir a “Run fatboy run” em uma das piores salas de cinema de BH porque é o filme que o Ross dirigiu (...)
|
 |