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Daniel Oliveira
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Lost

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1- Lost: Onde estão os náufragos do vôo 815 da Oceanic Airlines? Como é que um urso polar foi parar em uma ilha tropical? O que é aquele monstro no meio da ilha? Como o avião com heroína caiu ali? O que tem dentro da bendita escotilha? Quem são “os outros” e o que eles querem? Por que o pai do Walt é tão chato? Por que o Locke é tão estranho? Por que o Jack é tão cuzão? O que a Kate fez? O que 4, 8, 15, 16, 23 e 42 têm a ver com tudo isso?

São apenas algumas das perguntas que esse seriado deixou fundindo a cabeça de seus espectadores, ao final da primeira temporada. E que a segunda, iniciada no começo de março no AXN, tentará responder – ou, mais provavelmente, aumentar a lista delas. J. J. Abrams (Alias), seu criador, e o roteirista Damon Lindelof fizeram de “Lost” não um simples sucesso de audiência, mas um fenômeno pop. Criam sites que dialogam com conteúdos do seriado e fazem referências a livros reais com pistas para o mistério. A ilha é uma metáfora do roteiro, com várias camadas – parece que com a entrada na escotilha, uma nova será descoberta na segunda temporada, mas ainda há muito por ser desvendado. A série não é só a salvação dos órfãos de “Arquivo X”, mas um soco no estômago da maioria dos thrillers de terror e suspense hollywoodianos.

Por que assistir? Porque alguém precisa descobrir o que está acontecendo com aquelas pessoas e ajudá-las! Onde e quando: AXN, segundas às 21h.

What Katie did?

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Daniel Oliveira é jornalista e fã de Grey's Anatomy.
daniel@pilulapop.com.br

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