Arte.

Lixo extraordinário

Logo no início (a parte menos interessante) de “Lixo extraordinário”, Vik Muniz diz que o que mais o incomoda no Brasil é “a classe rica, educada, se achar melhor que os outros [os pobres]”. É uma colocação que soa superficial e meio estúpida, já que esse não é um defeito exclusivo do país, nem é de longe seu maior problema. E especialmente porque algumas falas do artista sobre o projeto que pretende desenvolver e sua atitude inicial, “evangelizadora” e paternalista, com os personagens que vai retratar reflete essa mesma arrogância – algo que ele próprio admite mais tarde.

  • A gente
  • Home
  • Retro
  • Homeopatia
  • Overdose
  • Plantão
  • Receituário
  • Ressonância
  • Sem categoria
  • 2020
  • 2019
  • 2018
  • 2017
  • 2016
  • 2015
  • 2014
  • 2013
  • 2012
  • 2011
  • 2010
  • 2009