Começaram as filmagens do novo “RoboCop” (dirigido pelo brasileiro José Padilha) e já saíram as primeiras imagens do visual do personagem-título (via Comming Soon). Pelo visto, o RoboCop do Padilha veste preto, a la Capitão Nascimento… O filme estreia dia 09 de agosto de 2013.
Pode parecer uma baita brincadeira de mau gosto, mas é sério. O canal Lifetime (responsável pela versão americana de “Supernanny”), em parceria com a Storyline Entertainment e Peace Out Productions, está desenvolvendo um projeto para a produção do remake do clássico “A Lagoa Azul”, grande líder de reprises nas tardes brasileiras durante os anos 80 [...]
Direto do superpovoado planeta das ideias-que-nunca-deveriam-ter-saído-do-papel, tudo que a gente precisa dizer sobre esse remake de “Footloose” é que ele parece mais com “Ela dança, eu danço” e “Vem dançar” do que com o original estrelado por Kevin Bacon. Povoado por um elenco Z (o principal crédito de Kenny Wormaid, que faz o protagonista, é [...]
Nós já deixamos bem clara nossa reticência quanto ao remake desnecessário de “Sob o domínio do medo”. E o diretor Rod Lurie não ajudou muito a causa dele, divulgando hoje no Twitter o primeiro cartaz do filme que é, basicamente, uma cópia do poster original. Igual. Criatividade. Zero. Só que com mais cores, mais vermelho [...]
1- Ninguém NUNCA deveria fazer um remake de “Sob o domínio do medo” de Sam Peckinpah. Pelo simples fato de que só Peckinpah faz Peckinpah. 2- Se, por alguma catástrofe cósmica alguém tivesse que refilmá-lo, esse alguém seria David Cronenberg. E ninguém mais. 3- Ok, talvez Michael Haneke. Mas ele meio que já faz a [...]
E não, desta vez o sobrenome do protagonista não é Zuckerberg. Na semana passada, a gente deixou passar em branco o trailer da comédia “Arthur”, mas hoje o cartaz do filme foi divulgado e a gente não teve como ignorar. Na verdade, os dois dizem a mesma coisa. São três atores à frente do longa [...]
Todo mundo fica idiota perto de criancinhas fofas. Quando elas são talentosas, então... é tóxico. Chloë Grace Moretz e Kodi Smit-McPhee somam as duas qualidades. E são a única justificativa para assistir a esse remake quase quadro a quadro do sueco “Deixe ela entrar”, feito exclusivamente para americanos com preguiça de ler legenda.
Algumas resenhas são como brincar de Jogo dos 7 erros. Você olha para a figura toda e é tanta coisa dando errado ao mesmo tempo que é difícil apontar onde a receita desandou de vez. Acredito que no caso de “72 horas”, esse ponto tenha sido a escalação de Elizabeth Banks. A personagem dela – Lara Brennan, acusada e condenada de matar a chefe – é essencial para o filme, além de ser seu maior trunfo. Para que compremos a trama rocambolesca, é preciso que Lara seja:
sábado, setembro 15, 2012
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