Na Prateleira: Tron – Uma Odisséia Eletrônica (1982)

Em “Na Prateleira” o Pílula resgata do baú grandes referências pop que estão sempre disponíveis na prateleira da sua locadora – ou nas prateleiras virtuais da web. Na semana em que será lançado “Tron – O Legado”, relembramos o filme original de 1982 que revolucionou o uso da animação por computador no cinema.

Na Prateleira: A História Sem Fim (1984)

Em “Na Prateleira” o Pílula resgata do baú grandes referências pop que estão sempre disponíveis na prateleira da sua locadora – ou nas prateleiras virtuais da web. Na semana em que será lançada a terceira parte de “As Crônicas Nárnia”, voltamos no tempo para olhar para uma adaptação literária que também abordava a relação entre crianças e um mundo mágico: “A História Sem Fim”.

Megamente

Durante o auge das animações clássicas da Disney em meados do século passado, a alternativa à magia e emoção inocentes dos filmes do estúdio era a acidez subversiva e politicamente incorreta (um conceito um tanto anacrônico) dos cartoons da Looney Tunes. Hoje, em teoria, a resposta à dominação técnica e artística da Pixar seriam as comédias escrachadas da DreamWorks. O problema é que os desenhos de John Lasseter & cia. aliam o coração da Disney à subversão de gêneros do Pernalonga. O que sobra para a concorrência?

1 milhão de amigos é o caralho. Eu quero ter é 1 bilhão de dólares, porra!

A rede social

“A rede social”, assim como We used to wait, diz muito do que nós (uma geração? Uma sociedade? Uma tribo?) nos tornamos nos últimos dez anos. Mas enquanto a canção do Arcade Fire faz isso por contraste, refletindo sobre como éramos e não somos mais, o filme se concentra em ilustrar o que Win Butler quer dizer com “now our lives are changing fast/ Hope that something pure can last”. A palavra do longa de David Fincher é rapidez. Do clique que acaba com um namoro sem falar com o parceiro ou larga o emprego sem comunicar ao chefe – simplesmente anuncia para um fórum bizarro de 100 ou 200 estranhos (que sabem mais da sua vida que seus pais), tornando-o fato.

Você vai conhecer o homem dos seus sonhos

Algumas coisas doem. Ver “Zorra Total”. Bater o dedão na quina da cama. Músicas da Sandy. Benzetacil. Dizer que um filme do Woody Allen é (bem) ruim. Dói. Muito. Mas… ossos do ofício. Com o ritmo que o cineasta vem mantendo nos últimos anos, fatalmente tropeços acontecerão – alguns mais feios que outros. E “Você vai conhecer o homem dos seus sonhos” é o pior desde “Igual a tudo na vida”.

Amor por Acaso

Para poupar você de perder tempos preciosos assistindo “Amor por Acaso”, o Pílula faz este favor à humanidade e lista aqui os melhores momentos do filme: assim você pode optar por assistir a qualquer outra coisa no cinema. Qualquer outra coisa mesmo.

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