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2- Assista a “The Closer” (não, não é aquele filme com a Natalie Portman)

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Thank you sooo much for watching!

Por que? Esse tópico poderia se chamar também “o que assistir enquanto a greve dos roteiristas de Hollywood não acabar e sua série favorita não voltar com episódios inéditos”. “The Closer” faz parte daquele grupo de séries largamente ignoradas por várias razões - dentre elas, por não seguir o hype sobrenatural-lost do momento e porque é exibida na TV a cabo por um canal nem um pouco reconhecido por seus seriados (TNT). E, principalmente, por ser uma série policial no estilo whodunit, o que afasta todos os que têm aversão ao gênero.

O seriado do criador James Duff, contudo, passa longe de ser enlatado. É cuidadosamente bem escrito, cativante e (eu nunca pensei que fosse dizer isso sobre uma série policial) extremamente engraçado. Em grande parte, devido à atuação de Kyra Sedgwick como a Detetive-chefe Brenda Leigh-Johnson, da Divisão de Homicídios Qualificados de Los Angeles, especialista em extrair confissões de assassinos. Encarnando com humor, mas sem descambar para o estereótipo, a caipira sulista no meio do labirinto de celebridades e frescuras de LA, Sedgwick conquista aos poucos e faz você nunca querer perder a série. E não atrapalha o fato de ela estar cercada por ótimos coadjuvantes, como J.K. Simmons (o J. Jonah Jameson de ”Homem Aranha”).

“The closer” é alicerçada na construção dos personagens e nas relações entre eles (e não nos tecnicismos de investigação, como CSI) e Duff consegue te fazer gostar deles e do humor involuntário das situações criadas. A série acabou de encerrar sua terceira temporada nos EUA, onde bateu recordes de audiência na TV a cabo – uma temporada realmente excepcional, mas as duas primeiras passam longes de serem ruins ou mesmo medianas. E é interessante assistí-las antes para se familiarizar com os personagens e apreciar melhor os episódios.

Ria com: O vício de Brenda em açúcar e sua mania de esconder chocolates e doces em suas gavetas, para comer quando ninguém estiver vendo e aliviar a tensão das investigações. A expressão de prazer de Sedgwick nessas cenas não tem preço.

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