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Dead Fish

por Rodrigo Ortega e Braulio Lorentz

Fotos: Braulio Lorentz

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“Au, au, au, Dead Fish é principal!”. A atuação do vocalista Rodrigo foi impagável, com direito a zoar o patrocinador do palco Na Lata (“Estou com sede. Me dê uma Coca”, disse com um tom engraçado) e vendar a si próprio com uma bandana. A banda capixaba terminou o show como a mais consagrada pelo público do Pop Rock, que se esbaldou em hits como “Queda livre”. Antes do show, o guitarrista Hóspede conversou um pouco com o Pílula Pop.

Como está sendo para o Dead Fish assinar com uma gravadora após vários anos na independência?

O Dead Fish foi independente durante 14 anos. Agora assinamos com a Deck Disc, e estamos conseguindo atingir mais espaço, mostrar nosso trabalho para mais pessoas, por exemplo, aqui no Pop Rock. É um evento em que a gente não imaginava tocar. Em BH sempre passávamos por casas de shows mesmo. Tocar em festival é legal para as pessoas que não conhecem ainda poderem e curtir.


O vocalista Rodrigo, no palco, entre uma estripulia e outra

E o retorno a BH? Vocês ainda estão morando em Vitória?

Belo Horizonte sempre foi um lugar especial. Foi o primeiro show da banda fora de Vitória. Sempre tivemos um público cativos e amigos aqui. Até porque eu nasci em Belo Horizonte. O público aqui sempre conferiu e comprou as demos. A gente se mudou para São Paulo desde que a gente assinou, para facilitar a divulgação.

O Dead Fish já lançou um DVD ao vivo e costuma fazer muitos shows. O que esperar da banda no palco?

Como nosso som é bem pesado, o show costuma ser mais visceral ainda. Rola uma troca de energia com o público. Vemos todo mundo cantar, subir no palco dar, “stage dive”. Isso é o melhor. O show é um termômetro, onde você sabe se as pessoas gostam, se identificam. Então para a gente isso é muito bom.

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