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Marjorie Estiano

por Rodrigo Ortega e Braulio Lorentz

Fotos: Divulgação

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A história é sensacional. Depois de interpretar a personagem Natasha, vocalista da Vagabanda no seriado Malhação, Marjorie Estiano resolveu assumir o microfone de vez. O público colaborou bastante, com empolgação, e cantou a plenos pulmões os hits “Você sempre será”, “So Easy” e “Por mais que eu tente te esquecer”. Os fãs não se incomodaram, mas Marjorie exagerou na postura de “candidata do Fama”. A mocinha pareceu querer provar que não é apenas uma personagem cantora. Mas isso não justifica, de modo algum, a postura “Supervicky” e as piruetas vocais.


“Olhem! Acho que isso é um ‘chip’ que caiu de mim...”

Se eu não estivesse tão perto do palco, desconfiaria seriamente que Marjorie Estiano é um robô ou uma projeção de um personagem de computador, tipo Lara Croft, tamanha a frieza dos gestos da cantora. Ela agradeceu à “Natasha Ferreira” pelo sucesso, o que foi legal. Fez cover de Chico Buarque (“Até o fim”), para ganhar a crítica, e de Maroon 5 (“This Love”), para ganhar o público. Tudo bem calculado. Só esqueceram de avisar pra garota abrir a boca para cantar e tentar, pelo menos em algum instante, ser espontânea.

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