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(...) O diretor demonstra a sedução oferecida pela “selva de pedra”, transformando em fetiche estruturas imponentes que, na verdade, são apenas a fachada brilhante escondendo o lado negro da avareza humana(...)
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(...) Um menino de sete anos de idade hipocondríaco, maníaco-depressivo e problemático, que rouba completamente a cena. Sabe Marvin, o paranoid android do “Guia do Mochileiro das Galáxias”? Pois é (...)
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(...) Na seleção natural proposta pelo longa, só as mulheres bonitas sobreviveram. O mundo parece evoluir para uma civilização caucasiana, já que as minorias presentes apenas servem de comida para mutantes (...)
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(...) Torcer para que o longa fosse um hino à década de 80 e um novo ícone do bromance seria pedir demais? Aparentemente sim (...)
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Muito antes de “Amor à distância” chegar aos cinemas, a base da sua trama já tinha sido cantada por Roberto Carlos. E se o rei disse tudo em quatro minutos (...)
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(...) Mesmo que o roteiro permita que Ricca trabalhe as personagens e seus universos de maneira clara, sem confundir o espectador, a quantidade de personagens e subtramas é prejudicial ao desenvolvimento do filme (...)
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(...) “Nosso Lar”, o filme, é uma superprodução brasileira, com direito a trilha sonora de Philip Glass e efeitos especiais da mesma empresa responsável por “Fonte da Vida” e “Watchmen” (...)
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(...) Continua sendo uma obra sobre superação, mas com um subtexto de honra e valores (...)
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(...) O filme é uma bagunça. M. Night Shyamalan não consegue em nenhum momento colocá-lo de pé - simplesmente porque ele não tem uma espinha dorsal (...)
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Exclusivo: Nenhuma linha sobre macacos!
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